16º capitulo – Dia do encontro.
~~Miley on~~
Combinamos de dormir na minha casa hoje, eu tenho certeza que Demi nem prestou atenção, por isso tenho que ligar pra ela. O verdadeiro motivo de eu planejar essa “festa do pijama” é pra Letícia contar T-U-D-O oque aconteceu no encontro dela e não ficar se escondendo da gente. Eu gosto dessas fofoquinhas porque é sempre uma chance à mais de irritar ou zoar sabe?
Espero mais uns dez minuto pra ligar para Demi, já são 5:00 p.m. e ela não deu nem sinal de vida! E Letícia vai sair de casa daqui a pouco...! Acho que estou mais animada do que a própria Letícia e não sei porque.
Pego meu celular e disco o numero de Demi.
^^Ligação on^^
Eu – Demi?
Demi – Sim? – diz com uma voz de sono.
Eu – Você escutou oque combinamos hoje de manhã?
Demi – Não – ainda parecia estar com sono.
Eu – Hoje, às 8:00 p.m. vem na minha casa, todas as meninas vão estar...!
Demi – Aham...
Eu – E acorda que são 5:00 p.m.!
Demi – Estou acordada... – pausou – Mentira?! Já é essa hora? Ai meu Deus! Eu capotei! – rimos.
Eu – Pois é! Te espero aqui em casa ok? Beijos.
Demi – Beijos, até!
^^Ligação off^^
Estou cansada porque acabei de dar uma “geral” na casa, ela na estava muito bagunçada, mas como tem bastante cômodos demora pra caramba pra limpar...!
Vou tomar um banho quando recebo uma mensagem de Liam! Sim, o meu Liam... Ele e tão... Cute!
Não sei se me comporto como uma idiota quando estou ao seu lado, mas seu jeito atrapalhado me fascina.
Vejo o sms, tomando o maior cuidado para não molhar meu celular... E está escrito o seguinte: “Oi Miley, aqui é o Liam... Eu acho que você sabe por que já tem o meu numero... Então eu queria te perguntar se vai ter isso mesmo ai na sua casa, como Ariana está me falando. Xx Liam”.
Ele deixou um beijo? Ai meu Deus que fofo! Oque eu respondo? “Vai sim Liam, pode ficar tranqüilo que eu vou cuidar da sua pequena Haha xx Miley”. Essa foi a resposta mais coerente que consegui... Recebo outra mensagem, mas estou ocupada demais lavando meu cabelo.
Enrolo-me na toalha e saio do banheiro. Quando coloco minha roupa, que na verdade já é meu pijama. São 7:00 p.m.
Há duas mensagens... Uma de Liam dizendo que ele é do tipo “irmão” coruja e uma outra de Letícia avisando que ela já saiu de casa e que talvez demorasse um pouco pra ir pra minha casa...
~~Daniel on~~
Faltam duas horas pro meu “encontro”... Clair trouxe suas “amiguinhas” aqui em casa, elas são bem chatas, mas tem uma que quase nem fala: A Clarisse. Eu nunca conversei com ela, mas seu estilo não parecer ser chamar atenção ou mesquinha como Clair e essas outras garotas... Então não faço a mínima idéia do que ela faz andando com elas.
Entro na cozinha e elas estão conversando algo sobre “compras”, nem presto muito atenção, na verdade, nenhuma.
Eu – Clair, estou com fome...
Clair – Se vira, não é isso que você sempre fala pra mim? - ela realmente não entendeu minha pergunta, não queria que ela FIZESSE pra mim. Só queria saber se tinha alguma coisa no armário disponível.
Escuto umas risadinhas abafadas das amigas de Clair e isso rapidamente mexe com meu humor, de um humor médio, vou para o ruim.
Clarisse – Quer que eu te ajude a fazer alguma coisa?
Assustei-me com essa atitude... Ela está falando?!
Eu – Pode ser, mas eu sou um completo inútil. – ela deu uma risada acanhada e eu apenas a fitei. Não sou o cara que ri pra qualquer menina, na verdade, é até difícil eu sorrir pra alguém.
Aquela risada acanhada se desfez, tornando-se um rosto envergonhado. As outras meninas estavam rindo e saíram da cozinha cochichando, me irritando mais ainda.
Eu “estou” noutra e odeio essas frescuras de menininhas que não têm absolutamente nada pra fazer. OK! Deixa eu me acalmar, minha noite vai ser boa não é? Sim! Vai ser maravilhosa e tenho que estar de bom humor pra não ser taxado como “o cara mais chato do mundo”.
Clarisse - vai até a pia e pergunta em tom baixo – Oque você vai querer?
Eu – A coisa mais rápida que você sabe fazer – disse e dei um sorrisinho meio forçado por que o clima estava tenso e eu queria melhorar isso.
Clarisse – A coisa mais rápida que eu sei fazer é uma omelete.
Eu – Pode ser.
Foi oque ela fez, enquanto colocava tudo em uma frigideira me explicava como preparar pra, segundo ela, nunca morrer de fome quando estivesse sozinho com Clair.
Depois de comer aquele negocio que estava realmente muito bom, parecia comida de minha mãe, elogiei e agradeci. Em seguida subindo para meu quarto e dando inicio a um demorado banho.
Quando saio do banheiro, com uma toalha enrolada na cintura, vejo que são 6:00 p.m. no relógio pendurado na parede de meu quarto.
Troquei-me o mais rápido possível, com minha calça jeans preta e larga, minha jaqueta de couro, um típico motoqueiro e depois tomo meu segundo banho, só que de perfume desta vez. Com meu cabelo arrumado em um topete pra trás, vou até a sala, por onde pretendo sair sem ser notado, mas meu plano falha porque todas as meninas estão lá... Conversando. Passo o mais rápido possível pela sala e coloco a mão na maçaneta, mas antes que eu pudesse sair Clair me interrompe.
Clair – Aonde o Sr. vai?
Eu – Sair – disse ainda de costas para Clair.
Clair – Pra onde?
Eu – Por ai – agora já estava virado pra ela, com as costas encostadas na porta.
(N/A: Sexy? Sim ou claro?).
Clair – Com quem? – ela não é minha mãe pra questionar oque eu faço ou deixo de fazer. Mas estou me divertindo porque percebo que ela está ficando nervosa com minhas respostas curtas e sínicas.
Eu – Com uma menina muuuuito linda, agora com licença. Boa noite à todas e tchau. - agora sai de casa, eu uso a educação que minha mãe me deu, diferente de Clair. OK! Parei de zoar com ela.
Como sou vizinho da minha “acompanhante”, apenas levo minha moto em frente a casa de Letícia, caminho pesadamente até a porta. São 6:50 p.m. quando olho novamente no relógio e já estou em frente a casa de Letícia. Toco a campainha.
Uma Letícia muito linda e sorridente abre a porta e faz um gesto com a cabeça pra que eu entre em sua casa. Que a mesma é aconchegante e espaçosa, e dá pra perceber que a lareira foi recentemente apagada.
Eu – Olá – sorri, e muito. Oque essa menina faz comigo? Não sei.
Letícia – Olá – disse também sorrindo.
Estávamos parados na sala, Letícia pergunta se quero alguma coisa pra beber e eu recuso.
Eu – Então vamos?
Letícia – Vamos só deixe-me pegar minha bolsa – e foi em direção à cozinha, ou pelo menos julgo ser a cozinha.
Ela voltou e saímos daquela casa quentinha para uma rua escura e bem gelada. Quando ela trancou a porta eu estendi o braço e logo ela “laço” com o seu. Caminhamos até a moto.
Subo em minha moto, com ela na garupa. Ligo o motor e posso dizer que amo esse barulho, é como se me acalmasse, era como o som da liberdade.
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Passamos um pouco da rodovia, estamos indo em direção àquela praia onde eu sempre vou pra me acalmar quando Clair resolve que vai encher meu saco.
Não demoramos muito a chegar. Com a Lua cheia no céu e seu reflexo na água a paisagem fica linda, me apaixono imediatamente... Em tantos anos vindo ao mesmo lugar ainda consigo me surpreender.
Letícia – Uau...! – acho que ela também está sem palavras... Era impressionante.
Eu – Lindo não é?
Letícia – Completamente – disse assentindo e olhando para o mar.
Ela encostou as costas na minha moto e cruzou os braços em frente à barriga, que por sinal, não havia nenhuma. E ela estava sexy daquele jeito.
Eu – Hãm... Eu te trouxe aqui por que... É... Por que... – eu estava completamente perdido com minhas palavras... Não sabia oque falar com uma menina encostada na minha moto e ainda por cima ela estava sexy, e estávamos sozinhos em uma praia no meio do nada. Se pensamentos “ruins” (de certa forma) invadiram minha mente? Vish! Imagina! Claro que não né? Ai meu Deus acho que vou ter uma infarto!
Letícia - Você gosta daqui? – vi que ela estava tentado me ajudar.
OK! Hora de Flertar (me gusta).
Eu – Só trago as pessoas que gosto pra cá, ou seja, pessoas que confio cegamente – dei um sorriso de canto, nem um pouco acanhado.
Letícia – riu – Eu tinha um lugar assim perto da minha antiga casa – ela passou pela minha frente e eu entendi que ela também estava entrando no meu “jogo”, pois dava pra perceber, minimamente, que seu quadril estava mais “solto” e tenho que admitir... Ela sabe oque está fazendo...!
~~Letícia on~~
Ele quer brincar de flertar? Certo... Vamos jogar. Mas de uma coisa ele não sabe: Não gosto de perder em absolutamente nada.
Depois de passar por Dan com o quadril mais “solto” do que o normal, ele seguia-me com o olhar, e dava pra perceber porque ele não estava sendo nem um pouco discreto como antes... Pareci que ele queria que eu percebesse. Pousei minhas mãos em minha cintura e me virei para olhar em seus olhos, que eram sexy tanto quando ao dono, quase “perco” minha postura quando aquelas órbitas estão fixas em mim, mas eu sou uma garota forte! É preciso de muito mais do que um par de olhos lindos e atraentes (já disse que os olhos de Dan o descreviam?) pra que eu fraqueje!
Daniel – E eu tenho certeza que você se encaixa nesta lista.
Eu – ri, não sabia oque falar – Veio aqui só pra me mostrar à praia? – essa resposta soou com duplo sentido e rezei pra que ele levasse no BOM sentido.
Daniel – Queria te mostrar a cidade aqui perto, tem uma Rua 24 horas que é muito legal e tem cada coisa – ele riu, como se sua cabeça estivesse cheia de lembranças que ninguém, repito: ninguém a não ser Daniel, gostaria de saber (ou lembrar, no caso) – Quer ir agora?
Assenti e ele “mandou” (praticamente) que eu subisse na moto... Antes do motorista? Esse menino é mais “safadinho” do que eu pensava. Mas fazer oque? Passar vergonha é que não vou né? Subo na moto, tentando ser o menos chamativa possível e Daniel segue-me com o olhar. PARA DE ME OLHAR PORRA! EU JÁ ESTOU FICANDO COM VERGONHA! EU NÃO CONSIGO SUSTENTAR ESSE “JOGO” POR MUITO TEMPO! CARALHO! (Isso é uma demonstração do que eu queria falar, mas permaneci calada).
Daniel subiu na moto mais uma vez com um sorriso vitorioso no rosto, quando acelerou a moto eu meio que me assustei e passei minhas mãos por seu abdômen... Pra que eu fui fazer isso? Tentação? Sim ou claro? Eu estava com as mãos sobre seu abdômen, e não ia tirar porque aquela moto estava rápida demais (eu estava com medo de cair dali)... E por outros motivos pessoais (LOL). Mas já pensou cair de uma moto? Que foda! Haha’
Encosto minha cabeça nas costas de Daniel e posso perceber que sua respiração falha por um momento e isso me faz rir da sensação que causo nele... É engraçado não é?
~~Clarisse on~~
Estou saindo da casa de Clair mais uma vez frustrada... Porque será que sempre que eu vou lá Daniel está de saia com uma menina que ele diz ser muito linda? Porque não eu? Eu gosto (amo) ele à tanto tempo e nunca tive nenhuma chance, só expectativas... Isso é horrível! Criar expectativas é horrível! Ainda mais quando elas não acontecem e esculacham você.
Sai da casa de Clair (um pouco) triste... Eu realmente o amo... Mas se ele gosta de outra menina: que ele seja muito feliz com ela, e não estou sendo hipócrita... Estou dizendo a verdade, se eu conseguir me “desvencilhar” dele eu paro de andar com Clair e companhia... Mas não estaria muito na cara que eu só ando com elas por causa de Daniel? Acho que sim...
Chego em casa e minha mãe pergunta onde eu estava, com sua voz angelical... Só ai acalmo-me e consigo responder: “Na casa de Clair”.
Minha mãe torce o nariz em protesto e eu solto uma risada abafada... Minha mãe não gosta de Clair, acho que ninguém gosta a não ser sua própria mãe. Mas fazer oque?
Eu não gosto dela por ser “mesquinha” e reclamar de tudo... Por exemplo: Seu pai. Ela reclama que ele não para de ligar e quem fica enchendo seu saco todo dia e toda hora, e não a deixa um minuto em paz. O que na verdade ela quase não conversa com o pai, só quando sua mãe: Helen, que tenho que admitir que ela, depois de minha mãe, é a mulher que mais respeito... Ela é batalhadora e merece apenas crescer na vida... Voltando ao assunto: Clair só fala com seu pai quando Helen a obriga telefonar. Eu fico com raiva de Clair por causa disso. Se ela sentisse oque eu sinto... Se ela soubesse como é perder o pai... Nunca reclamaria de mais nada... Parece que arrancam um pedaço de seu coração e depois pisam em cima.
Perdi meu pai com sete anos, num acidente de avião, ele era piloto e o avião estava com alguns probleminhas técnicos, mas disseram que ela aguentava mias um voo .. De LA à Londres, ele estaria voltando pra casa, pra me ver depois de uns cinco dias consecutivos de trabalho... Mas parece que o avião não aguentou não é mesmo?
Quando lembro desse assunto fico com ódio, raiva e com vontade de chorar, mas essa época já passou e tenho que seguir em frente. Mas ainda amo meu pai incondicionalmente, independente de onde ela está.
Desde então minha mãe cuida de mim e da casa, temos uma vida simples, mas eu amo minha mãe mais do que tudo nesse mundo e ela mais do que ninguém tem que ser bajulada... Por isso comprei bombons no caminho de casa.
Tiro-os da bolsa e coloca em cima da mesa da cozinha, onde minha mãe tinha acabado de colocar alguns sucos... Eu simplesmente AMO tomar suco na janta, apenas suco, e como minha mãe gosta de me agradar...
Susan (*mãe de Clarisse*) – Querida, temos que parar com esse costume – disse apontando para os sucos – Acho que daqui a pouco não vou mais aguentar escutar a palavra suco! – ri com o exagero.
Eu – Tudo bem mãe... Você viu que eu comprei bem o bombom de camafeu? – ela amava isso... “Viciada!” penso, e acabo rindo com meus próprios pensamentos.
Susan – Você deve ter comido porque eu nem vi – disse balançado a embalagem escrito “camafeu” escrito em dourado.
Eu – aham... Sei – rimos e ela veio em abraçar – Mãe? – pergunto entre um abraço mais que apertado.
Susan – Sim querida?
Eu – Te amo – disse e a abracei delicadamente, ela parecia estar amais magra nesses últimos dias, devido ao trabalho.
Quando olhei pro rosto de minha mãe pude jurar que seus olhos estavam imersos em lagrimas, mas sem deixar que nenhuma escapasse disse:
Susan – Eu também te amo filha... E muito.
~~Letícia on~~
Rua 24 horas... Esse lugar também e lindo. Parece que Dan quer me impressionar cada vez mais...
Estou sentindo um “aperto” no coração, como se oque eu estivesse fazendo era errado... Sair com Dan era errado? Mas por quê? Acho que está de boa né? Alias, eu não estou fazendo nada demais, nada de errado... Minha mãe chega amanha por causa do atraso do voo não estou deixando-a sozinha, Dan não tem namorada... Até aqui não há nada de errado!
Mesmo com meus pensamentos (tranquilizadores pra eu mesma) o “aperto” não se desfaz em momento algum, Dan me oferece café, e naquela noite fria, isso é o ideal e ainda mais pra me manter acordada. LOL
O relógio marca 10:00 p.m. e nós estamos indo em direção à um lugar de que não faço a mínima ideia de onde seja... O perfume de Daniel parece me atrair mais a cada minuto... Isso é viciante...
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Surpreendo-me com a hora que chego em casa: 11:00 p.m. e amanha eu tenho aula! LOL.
(N/A: Live While We Are Young).
Ele me deixa na porta de minha casa e sai da moto, em seguida me ajuda a descer, porque do jeito que ele estacionou era capaz de eu cair de cara no chão.
Daniel – Então... – disse tirando as mãos de minha cintura após me ajudar a descer.
Eu – Oque...? – eu não queria que ele fosse embora, não sei por quê.
Daniel – A noite foi boa... Há tempos não me divertia assim... Mas falta uma coisa pra noite ficar perfeita... – esse menino não cansa de flertar com a minha pessoa?
Eu – Oque seria?
Daniel – Confia em mim? – assenti, e a cada momento Dan se aproximava mais, causando o impacto de nossas respirações e me deixando um pouco tonta.
Quando por fim Daniel encostou seus lábios contra os meus, fechei os olhos, por instinto ou sei lá oque... Apenas podia sentir os lábios finos e ásperos de Daniel contra os meus, ele pediu”passagem” e eu cedi sem pensar duas vezes. Minhas mãos já se encontravam em sua nuca e as mãos de Dan uma um minha cintura outra em meu rosto. Sincronia perfeita? Sim ou claro? Não consigo pensar em mais nada, só “curtir” o momento.
Nossos lábios se separaram por falta de ar, abro os olhos e me deparo com um Daniel ainda de olhos fechados e muito sorridente, oque me faz rir e ele me dá um selinho.
Daniel – Noite perfeita – riu – Boa noite Leh – suspira.
Eu – Boa noite Dan.
Daniel – Nos vemos amanha?
Eu – Aham – ele me levou até a porta de minha casa, selou-me e depois foi pra sua casa... Não consigo conter um sorriso... Que sensação boa! LOL.
--------------------------------------------Olá amoras------------------------------
Devem estar me xingando por não postar antes, mas é o seguinte... Eu passei por duas semanas arduas de provas!
~le eu chorando aqui~
Mas passou e eu sobrevivi sabem? Sou uma garota forte...
Agora chega de lembrar dessa coisas que eu chamo de provas...
Não fiquem bravas comigo, por favor, sério... Eu escrevi pra caramba "Quando chega a noite" yeaaaaaaaaaah! Mas ainda vou escrever mais, nao se preocupem... Mas deixa eu parar de falar certo? LOL. Deixem comentários sobre oque vocês acharam, prise (please)... Isso me deixa very happy :))
Beijos dos minos pra vocês:
Té a próximo capitulo ;33